Neste momento em que passam a ultima porta vêem, outro corredor mas com tabuletas apontar para muitos locais, um dizia quartos, outra Refeitório, central, e outros mais, era um local aonde eles poderiam viver por muito tempo.
Miguel foi ate a Central e ligou tudo a partir do computador central, e comunicou com os seus superiores mas os seus colegas tinham ficado fora da sala.
Quando saiu conto aos seus colegas que tinham de juntar mantimentos, preparar as defesas e tentar salvar o máximo numero de pessoas, saíram da sala e pegaram no carro foram de casa em casa juntando mantimentos, mas não havia ninguém nelas, nem nas ruas só alguns rastos de sangue.
Estava tudo muito calmo, eles ate tentavam comunicar com os pais, mas nada, ninguém atendia, as horas passavam e eles juntavam mais mantimentos, mas para eles ja era muito tempo preocupados.
"-Eu estou farto, eu quero ir ter com os meus pais, agora." diz o Carlos, os outros respondem "-Eu concordo.", Miguel não tinha mais nenhuma opção senão irem procurar pelos seus pais.
Entraram dentro do carro, e prego a fundo foram eles, mas as ruas estavam fazia, sem ninguém perto, mas um barulho de um disparo ouvi-se eles foram a traz do som, mas também, os zombies foram, quando chegaram lá apenas um grande multidão de zombies se via, pegaram nas armas e começaram a dispara contras eles, cada vez mais vinham e as suas munições estavam a escaciar, Miguel pegou no volante de saiu de lá, João disse "-Porque vamos embora, ainda podíamos destruir algumas daquelas coisas.".
"-Cada vez existem mais, alguns que nos matados podem, ate não voltar mais, mas ainda podem haver pessoas presas algures na cidade, que poderam se transformar nessas criaturas.", responde o Miguel.
Miguel conduz a procura de pessoas mas ninguém estava na rua, já estava a ficar de noite
16/04/11
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